Wednesday, October 03, 2007

Sorriso de Ambar




[foto-Ira Bordo]

O corpo existe
Mesmo quando está triste

O fim da inocência
Não cessa a urgência

O empedernir da ilusão
Não cala a fome da emoção

O amanhecer cinzento
Não impede o crepúsculo violento

A frieza de salões de tradição pesada
Não mata a paixão de vão de escada

Cresce a dúvida por fim
Quando, inconsciente, o sorriso
Nasce com trejeito de sim.